Agosto começou com uma das campanhas mais importantes para a saúde dos felinos: a vacinação antirrábica de gatos e cães 2026. Em Campo Grande, as equipes já percorrem 300 mil imóveis, e no Rio de Janeiro a vacinação começou no primeiro sábado de agosto, com 125 postos. A Lígia e Seus Gatos explica tudo o que você precisa saber para proteger o seu gato.
RESUMO DA NOTÍCIA
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A campanha de vacinação antirrábica de gatos e cães 2026 começou em agosto e já percorre milhares de imóveis em Campo Grande, Rio de Janeiro, Tocantins e Porto Alegre. Entenda por que o gato de apartamento também precisa da dose, a partir de que idade vacinar e como funciona o reforço anual gratuito pelo SUS.
A raiva é uma doença viral gravíssima, transmitida pela mordida ou arranhadura de um animal infectado, e tem letalidade próxima de 100% depois que os sintomas aparecem. Ela atinge mamíferos, inclusive os seres humanos, e por isso a vacinação dos animais domésticos é uma barreira essencial de saúde pública em todo o Brasil.
Muita gente acha que gato de apartamento não precisa da vacina, mas isso é um mito. O risco não depende só de passeios: um morcego pode entrar na varanda, um gato resgatado pode chegar sem histórico, e o contato com outros animais na clínica ou no transporte também conta. A orientação do Ministério da Saúde é vacinar todos os gatos a partir dos três meses de idade.
A vacina antirrábica é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em campanhas organizadas pelos municípios. O calendário é simples: primeira dose a partir dos três meses e reforço anual para o resto da vida. Nas campanhas de 2026, cidades como Campo Grande, Rio de Janeiro, Paraíso do Tocantins e Porto Alegre já estão com postos e equipes ativos.
No dia da vacina, leve o gato em uma caixa de transporte confortável, com a carteirinha de vacinação em dia para registro. Evite alimentar o animal logo antes e informe o veterinário se ele está doente, tomando remédio ou gestante. Gatos estressados se beneficiam de um pano com o cheiro da casa dentro do transporte.
A vacinação não é só para proteger o gato: é para proteger a sua família e a comunidade. Quando a cobertura vacinal cai, o vírus da raiva volta a circular entre animais silvestres, como morcegos e macacos, e o risco de transmissão para cães, gatos e pessoas aumenta. Manter o reforço anual em dia é um gesto simples que salva vidas.
Depois da vacina, observe o gato por algumas horas. É comum um pouco de cansaço ou sono no primeiro dia, e pode aparecer uma pequena reação local no ponto da aplicação. Se notar inchaço forte, vômito ou falta de apetite por mais de um dia, procure o veterinário. Reações graves são raras, mas merecem atenção.
Confira o calendário da sua cidade no site da prefeitura ou na vigilância sanitária e coloque a vacina do seu gato em dia. A Lígia e Seus Gatos acompanha a saúde felina de perto e segue trazendo informação para você cuidar do seu gato com segurança.
A partir de que idade o gato pode tomar a vacina antirrábica?
A orientação nacional é vacinar gatos a partir dos três meses de idade, com reforço anual para o resto da vida.
Gato de apartamento precisa da vacina antirrábica?
Sim. O risco não depende apenas de passeios: morcegos podem entrar na varanda, gatos resgatados chegam sem histórico e o contato em clínicas conta. A vacina é recomendada para todos os gatos.
A vacina antirrábica para gatos é gratuita?
Sim, é oferecida gratuitamente pelo SUS em campanhas municipais. Procure o calendário da sua cidade no site da prefeitura ou na vigilância sanitária.
Quais reações são comuns após a vacina antirrábica no gato?
Sono e cansaço no primeiro dia e possível reação local no ponto de aplicação são comuns. Inchaço forte, vômito ou falta de apetite por mais de um dia exigem avaliação veterinária.
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